17 setembro 2016

Uma homenagem para o setembro amarelo


Tenha calma! Eu sei que é complicado. Estamos aqui nessa vastidão, sendo todos os dias provados para não ter que provar nada a mais ninguém, a não ser a nós mesmos. Mas, tenha calma, respira. Não pegue essa corda. Não se sufoque dessa forma. Muitas coisas doem, mas perder a vida não melhora nada. Espere, tire essa lâmina do braço. Não sangre. Por que sangrar? Eu entendo que a dor cessa e depois volta. Mas, é um ciclo vicioso. Não vale a pena. Ouça-me, leia-me, e volte. Volte para si, volte para o mundo. Viva! Não precisa ser assim. Você aguenta, sempre aguentou, pode aguentar mais umas vezes mais (mais cem mil vezes mais!). Eu sei que as pessoas são maldosas, o homo-sapiens insiste em ser superior em toda a sua vastidão, mas são como você: estão em busca de um caminho, uma vida e uma casa para onde voltar todos os dias. Não desista! Problemas, crises, tristezas, agonias, angustias, erros, dores, etc, não se permita viver em função deles, mas a aprender com eles. Vamos mais uma vez. Vamos tentar novamente. Vamos seguir em frente. Olhe para o dia, está lindo, calmo e tranquilo. Seu coração inquieto também pode ser assim, não deixe seu consciente dizer o contrário. Esta aqui e agora é sua consciência. E eu digo que você é forte e que consegue vencer a si mesmo. Não temos que vencer mais ninguém, porém temos que nos vencer todos os dias. 

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