06 setembro 2015

Vivemos a epóca da intolerância

Homenagem feita ao menino Sírio encontrado morto.

Sempre gostei de me pronunciar a respeito de variados temas. Não só os que estão em pauta, como também aqueles que foram esquecidos há muito tempo. Porque é assim, alguns temas parecem estar acobertados, até alguém ir lá e trazê-los à tona novamente.


É o que acontece no caso da morte do menino Sírio, encontrado morto (por afogamento) na margem de uma praia na Turquia. Como muitos sabem a Síria, assim como vários países ali próximos (Iraque, Afeganistão, etc), sofrem ataques todos os dias. Dos mais variados possíveis. E nessa guerra em que esses países vivem constantemente nós encontramos famílias que estão saindo em busca de proteção, de refúgio – são os chamados refugiados.

Não é de hoje que estas famílias de países extremistas buscam refúgios entre as várias potencias que regem o mundo. Porém, alguns países – as potencias – não estão aceitando muito bem a ideia de refugiar famílias em crise. Porque isso é uma crise. Até que ponto chegará? O mundo está em desordem. A única coisa que eu ainda acreditava que poderia mover o homem para um bem maior, hoje virou motivo para maiores guerras. E nesses países extremistas o que move a guerra é a fé. A fé não deveria destruir o mundo. Mas está.

As pessoas se tornaram incapazes de aceitar opiniões diferentes, culturas diferentes, e aceitar que nem todos são iguais. Vivemos a época da intolerância – e acredito que nunca saímos dela. Há muito tempo atrás vivemos a intolerância e agora a vivenciamos mais um ano e mais uma vez.

O que eu quero dizer é: tenho esperança de que a humanidade possa acordar a tempo, antes que está mesmo se destrua. 


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